Uma conversa, um esclarecimento. As palavras saem de voce, no entanto, é como se visse aquilo pela primeira vez e percebe, que realmente é o que está dentro, escondido, porem, gritante. Nao é infelicidade, é descordancia de conceitos.
Caio diz:
Vale a pena?
É desgastante, felicidade nao se tem, se sente, é efemera.
Felipe Celline diz:
A felicidade devia ser a felicidade do momento. De querer sair correndo e gritando e fazer isso, sem pensar em ninguém, saca?
Caio diz:
Eu realmente nao entendo o porque de tanta busca por isso.
As pessoas vivem a vida toda sem a te-la.
Felipe Celline diz:
Por que as pessoas jogam sempre a felicidade lá pra frente, em planos futuros ou ombros alheios. Esquecem do presente
Caio diz:
Pra que tanto trabalho em busca de algo que nao lhe é essencial?
Felipe Celline diz:
Cara, pra mim é essencial. Felicidade é lucidez pra mim.
Caio diz:
Eu já vejo ai outro fator.
As pessoas nao sao felizes porque elas sao mesquinhas.
Felipe Celline diz:
o meu gosto
Caio diz:
Nada está bom. Nunca é suficiente.
Felipe Celline diz:
Você já teve um sonho lúcido?
Caio diz:
Voce pode estar com a pessoa que ama, vivendo a tarde mais feliz da sua vida. No entanto, se te perguntarem se voce É, feliz, dirá nao.
Porque?
Porque voce é pobre.
E isso te prende num mundo de infelicidade.
Um exemplo, claro.
Felipe Celline diz:
É, mas isso é culpa das pessoas cara
Esse negócio de sempre querer mais e mais e mais
Caio diz:
E o que é a felicidade senao uma coisa inventada por pessoas?
Felipe Celline diz:
e nesse sistema, o sistema do eu (egoismo ego, eu, ismo sistema), o mundo vai mal.
Caio diz:
Pra mim, é um nome que inventaram pra algo que elas sentem. E isso quer dizer elas podem ESTAR felizes.
Felipe Celline diz:
Felicidade é consciencia e lucidez de estar aqui e poder sentir coisas boas.
Caio diz:
Essas coisa de SER feliz, ja é ilusorio.
Voce entende que isso causa um buraco?
Eu vou explicar melhor.
Voce está com sua familia, num jantar maravilhoso, tudo está indo bem e voce sente uma coisa boa, felicidade, uma paz. A noite acaba.
Depois, tudo que voce mais quer é sentir isso denovo.
E voce dá o nome a essa sensação de felicidade.
Felipe Celline diz:
não deveria.
Caio diz:
Voce passa entao a tentar SER aquilo que sentiu. Mas tudo que é possivel é estar daquele jeito.
Como voce quer SER aquilo, ESTAR nao lhe agrada.
Felipe Celline diz:
a felicidade deveria ser concebida antes disso, dessa situação
Caio diz:
É pouco.
o que acontece é que apartir das suas tentativas fruistradas de SER, voce fica infeliz.
E esquece que voce pode sempre ESTAR.
Felipe Celline diz:
Você, nesse exemplo, deveria ser feliz por ter uma família que pode te proporcionar um jantar maravilhoso. E isso bastaria
Caio diz:
E nem é peciso tanto esforço.
Voce passa tempo demais atras do SER, quando o ESTAR, é o mais importante, ou deveria.
Felipe Celline diz:
Mas isso é defeito do homem, cara.
podemos ser felizes vinte e quatro horas.
podemos mesmo se estivermos tristes
mas eu te entendi cara
Caio diz:
O fato é que as pessoas veem tudo de forma errada.
Nao quer eu veja mais certo.
Mas de verdade, é um mundo de estupidez.
Por isso ser ''amargo'' aos olhos alheios, é ser feliz, pra mim.
Felipe Celline diz:
isso do SER enquanto deveria ESTAR é um mal dos humanos.
A pergunta que me fiz depois de termos essa conversa, foi: Existiu alguma chance de termos chagado a outra concluão senao a porcaria da essencia de merda da humanidade?
Como diriam na internet, por aí: RISOS!
"...Não mais consegue sentir o mal nem os benefícios, nem tampouco sentir alegria pelos males que causou."
Tudo que penso tem uma origem inescrupulosa e pueril, isso é tudo que me limito a ser.
quinta-feira, 3 de junho de 2010
sábado, 13 de março de 2010
O eco do avesso de mim mesmo
Nesse momento, eu poderia ser qualquer um, qualquer coisa, porque tudo que sou nesse momento, é nada.
Me sinto zerado, como materia pura, nao formulada, intocada e inerte. Qualquer sentimento seria capaz de me moldar e qualquer sensação capaz de me preencher. Nesse momento, eu sou o vazio.
Imagine uma escuridao cavernosa, nenhum resquicio de luz pode ser captado pelos olhos, uma cegueira profunda. Uma cegueira que transcende o corpo, uma cegueira que se extende raivosa e brutal até o cerne, que chega a alma. Agora, imagine tudo isso aconpanhado por um grito, de dor, de sofrimento. Esse grito, é seu, essa dor, é sentida por você, esse sofrimento... é voce quem escolheu.
Nao é querer dramatizar nem engrandecer a ferida que me assola, é apenas reconhecê-la, ela é ruim, mas a realidade é pior.
Eu pego meu copo de vodka com gelo, vodka pura, pra rasgar armargamente minha garganta e me trazer de volta a merda. Olho ao meu redor, tudo me enoja. Qualquer voz ou sorriso alheio é motivo pra que eu me irrite e queira me rasgar, me desfazer tantas vezes até que eu nao exista mais. Eu só posso dizer uma coisa: eu sou um covarde. Sou alguem que nao consegue se desapegar da vida mas ao mesmo tempo nao tem fibra pra encara-la. Fazer o possivel nao basta, derramar sangue com suor nao é suficiente, é necessario mais, ela quer a sua morte. E é isso que fazemos, vivemos nossas vidas vagas, falsamente felizes enquanto envelhecemos e nos colocamos de frente com as milhares de possiblidade de morte que temos a frente. A morte é certa, o quanto voce vai sofrer até que ela chegue, é a questao.
Olho pro rémedio comprado com suor do trabalho de alguem que nao sou eu, e decido nao tomar. Hoje, definitivamente, eu quero sentir a dor. A imensa dor que emana do meu cerebro, do tumor. Hoje minha vodka terá gosto de dor. O ar terá cheiro de cólera, e a vista, bom, essa será sempre desagradavel, de pessoas falsamente felizes esperando que a unica certeza que elas relutam em ignorar, chegue: a morte.
Me sinto zerado, como materia pura, nao formulada, intocada e inerte. Qualquer sentimento seria capaz de me moldar e qualquer sensação capaz de me preencher. Nesse momento, eu sou o vazio.
Imagine uma escuridao cavernosa, nenhum resquicio de luz pode ser captado pelos olhos, uma cegueira profunda. Uma cegueira que transcende o corpo, uma cegueira que se extende raivosa e brutal até o cerne, que chega a alma. Agora, imagine tudo isso aconpanhado por um grito, de dor, de sofrimento. Esse grito, é seu, essa dor, é sentida por você, esse sofrimento... é voce quem escolheu.
Nao é querer dramatizar nem engrandecer a ferida que me assola, é apenas reconhecê-la, ela é ruim, mas a realidade é pior.
Eu pego meu copo de vodka com gelo, vodka pura, pra rasgar armargamente minha garganta e me trazer de volta a merda. Olho ao meu redor, tudo me enoja. Qualquer voz ou sorriso alheio é motivo pra que eu me irrite e queira me rasgar, me desfazer tantas vezes até que eu nao exista mais. Eu só posso dizer uma coisa: eu sou um covarde. Sou alguem que nao consegue se desapegar da vida mas ao mesmo tempo nao tem fibra pra encara-la. Fazer o possivel nao basta, derramar sangue com suor nao é suficiente, é necessario mais, ela quer a sua morte. E é isso que fazemos, vivemos nossas vidas vagas, falsamente felizes enquanto envelhecemos e nos colocamos de frente com as milhares de possiblidade de morte que temos a frente. A morte é certa, o quanto voce vai sofrer até que ela chegue, é a questao.
Olho pro rémedio comprado com suor do trabalho de alguem que nao sou eu, e decido nao tomar. Hoje, definitivamente, eu quero sentir a dor. A imensa dor que emana do meu cerebro, do tumor. Hoje minha vodka terá gosto de dor. O ar terá cheiro de cólera, e a vista, bom, essa será sempre desagradavel, de pessoas falsamente felizes esperando que a unica certeza que elas relutam em ignorar, chegue: a morte.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Anomalia temporal
É chegada a hora, sorrir, cantar comemorar mais um ano que se passa, vivo. Nao se se é motivo pra acreditar na sanidade do mundo, mas é um breve momento em que acredito estar mesmo seguindo um fluxo constante que vale a pena ser levado a sério.
Seria apenas mais um falsa impressao humanista e simploria da realidade, ou devo mesmo começar a seguir todo o ritmo frenetico e descompasado da sociedade desorientada que enxergo?
Nao sei, nao vou ter respostas agora, e me pergunto se algum dia terei. Caso nao tenha, agradeço por estar me questionando a aceitaçao de algo que até entao, considero inaceitavel.
Fiquem bem, caros pútridos seguidores sociais. Mais dias fétidos em que possam comemorar a vivência nesse mundo em que eu, ja teria abandonado caso tivesse escolha. Um cuspe de sangue cancerigeno dentro dos seus copos de alcool nessa data, a qual foquetes atordoarao suas mentes ja nao tao conectadas ao que eu prefiro chamar de CASTIGO.
Seria apenas mais um falsa impressao humanista e simploria da realidade, ou devo mesmo começar a seguir todo o ritmo frenetico e descompasado da sociedade desorientada que enxergo?
Nao sei, nao vou ter respostas agora, e me pergunto se algum dia terei. Caso nao tenha, agradeço por estar me questionando a aceitaçao de algo que até entao, considero inaceitavel.
Fiquem bem, caros pútridos seguidores sociais. Mais dias fétidos em que possam comemorar a vivência nesse mundo em que eu, ja teria abandonado caso tivesse escolha. Um cuspe de sangue cancerigeno dentro dos seus copos de alcool nessa data, a qual foquetes atordoarao suas mentes ja nao tao conectadas ao que eu prefiro chamar de CASTIGO.
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Platéia de um só
Vivi cada dia me preparando para o próximo, cada segundo alerta, sem piscar, controlando a respiração pra não perder um só momento do segundo seguinte. Gostava de guardar sensações, memoriza-las afim de sempre tentar me aproximar de uma forma ou de outra da mesma outra vez. Visei sempre a felicidade, fosse ela a curto ou a a longo prazo.
Fazia uso de palavras razas, momentâneas, pensava que existira sempre uma oportunidade futura pra mais sentimentalismo e profundidade. Mas agora sei, não existirão outras oportunidades.
Ao pensar em mim, só me vem a cabeça a ideia de estar cavando a cova que me deitarei quando a hora chegar, a cova desconfortável que me sugará para o motivo de sua existência, a minha morte. Definir a forma como existo nesse instante é colocar em palavras a mais peculiar das sensações que minha carne, minha alma, meu ser já experimentou. Sem mais delongas eu direi. É saber que nesse instante, esse mesmo que vivo, minha vida se esvairá pelo cosmos, por todo ele, nesse instante que deveria acabar agora mesmo, mas... não acaba. É um pesadelo inevitável, que deveria ser rápido, que deveria ser como a foice da morte rasgando o ultimo fio de vida de um ser, num ligeiro movimento. Ao invés disso, é como sentir uma pequena faca de caça te dilacerando pouco a pouco, pelas mãos de algo ou de alguém que quer que você sinta o quanto deseja que você sofra, querendo que você grite e implore pela vida. Querendo ouvir de sua boca que você é fraco, dependente de sua vontade pra continuar vivo.
Ao ter consciência disso, você até pensa em sucumbir a essa poderosa e intensa sensação de sofrimento, mas existe algo que te impede, que te prende a esse mundo de uma maneira tão forte, que não se importa se o que você quer é ser levado pra longe de toda essa loucura. Uns chamam esse 'algo' de amor, outros de 'assuntos inacabados' e tem até quem chame de família. O meu, se chama cansaço.
Poderia até invocar minha ultimas energias e gritar tão intensamente que faria que os pelos do corpo de quem o ouvisse se arrepiassem num calafrio medonho, e satisfazer assim, a vontade desse ser. Mas, não o faço, tenho andado cansado demais pra pra tal ato, prefiro apenas fechar os olhos e deixar que as coisas tomem seu devido rumo. Me acostumei com a apatia, nem vivo, nem morto, ainda. Acompanho o frenético movimento de tudo ao meu redor com o olhar de alguém que assiste de fora, e gosto disso. Sou a plateia de um só da minha própria vida, da minha existência, fico atónito, prado, observando quem fui e quem sou, e a certeza que tenho, constatada no ultimo exame, a ultima facada, é que não terei a oportunidade de ter um 'quem serei'.
Fazia uso de palavras razas, momentâneas, pensava que existira sempre uma oportunidade futura pra mais sentimentalismo e profundidade. Mas agora sei, não existirão outras oportunidades.
Ao pensar em mim, só me vem a cabeça a ideia de estar cavando a cova que me deitarei quando a hora chegar, a cova desconfortável que me sugará para o motivo de sua existência, a minha morte. Definir a forma como existo nesse instante é colocar em palavras a mais peculiar das sensações que minha carne, minha alma, meu ser já experimentou. Sem mais delongas eu direi. É saber que nesse instante, esse mesmo que vivo, minha vida se esvairá pelo cosmos, por todo ele, nesse instante que deveria acabar agora mesmo, mas... não acaba. É um pesadelo inevitável, que deveria ser rápido, que deveria ser como a foice da morte rasgando o ultimo fio de vida de um ser, num ligeiro movimento. Ao invés disso, é como sentir uma pequena faca de caça te dilacerando pouco a pouco, pelas mãos de algo ou de alguém que quer que você sinta o quanto deseja que você sofra, querendo que você grite e implore pela vida. Querendo ouvir de sua boca que você é fraco, dependente de sua vontade pra continuar vivo.
Ao ter consciência disso, você até pensa em sucumbir a essa poderosa e intensa sensação de sofrimento, mas existe algo que te impede, que te prende a esse mundo de uma maneira tão forte, que não se importa se o que você quer é ser levado pra longe de toda essa loucura. Uns chamam esse 'algo' de amor, outros de 'assuntos inacabados' e tem até quem chame de família. O meu, se chama cansaço.
Poderia até invocar minha ultimas energias e gritar tão intensamente que faria que os pelos do corpo de quem o ouvisse se arrepiassem num calafrio medonho, e satisfazer assim, a vontade desse ser. Mas, não o faço, tenho andado cansado demais pra pra tal ato, prefiro apenas fechar os olhos e deixar que as coisas tomem seu devido rumo. Me acostumei com a apatia, nem vivo, nem morto, ainda. Acompanho o frenético movimento de tudo ao meu redor com o olhar de alguém que assiste de fora, e gosto disso. Sou a plateia de um só da minha própria vida, da minha existência, fico atónito, prado, observando quem fui e quem sou, e a certeza que tenho, constatada no ultimo exame, a ultima facada, é que não terei a oportunidade de ter um 'quem serei'.
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Com amor
Pai,
Você é aquele que me deu a vida, que estabeleu condições pra que a minha existência nesse mundo fosse possível, que possibilitou que eu sentisse o ar penetrar em meu corpo, chegar aos pulmões e que o meu primeiro sopro de vitalidade fosse concretizado. Diante da sua grandeza, eu percebo a minha pequenez, a minha insignificância, e seu nome pesa em em meus ombros. Diante de sua autoridade, meus joelhos vão de encontro ao chão, eles doem, mas como posso me levantar diante de alguém como ti?
Tenho consciência que jamais serei, ou chegarei perto de ser o que você é. Jamais experimentarei ao menos metade do poder que demandas. Posso sentir seu sangue dentro de mim, pulsando, gritando, alimentando minhas vísceras enquanto resido aqui, nesse mundo. É impossível negar a influência que sua carne persiste em deixar marcada no meu ser, é impossível viver, existir sem saber que sou consequência dos seus atos.
Por tudo isso, pai, reconheço que eu nunca serei alguém como você. Nunca terei orgulho de mim mesmo, porque a verdade é evidente, não tenho capacidade de chagar ao nível que você chegou.
Insisto então, em ser apenas eu, em existir sem persistir ser como você, e isso me conforta.... Me dá paz ter como certeza, materializada diante dos meus olhos que muitas vezes fraquejaram e tentaram se fechar, que eu jamais serei como você. Nunca conseguiria ser sua cópia, afinal, acredito que ninguém consiga. Não existe qualquer ser, ou criatura viva, que ousaria ser tao cretino, canalha, filho da puta, desgraçado, baixo e repugnante como você.
Tenho orgulho de dizer então, que eu tenho sim, algo herdado de você, algo ruim, mas que me serve de referencial pra me distanciar de toda e qualquer forma de semelhança que existir entre nós.
Seu querido filho, Caio.
Você é aquele que me deu a vida, que estabeleu condições pra que a minha existência nesse mundo fosse possível, que possibilitou que eu sentisse o ar penetrar em meu corpo, chegar aos pulmões e que o meu primeiro sopro de vitalidade fosse concretizado. Diante da sua grandeza, eu percebo a minha pequenez, a minha insignificância, e seu nome pesa em em meus ombros. Diante de sua autoridade, meus joelhos vão de encontro ao chão, eles doem, mas como posso me levantar diante de alguém como ti?
Tenho consciência que jamais serei, ou chegarei perto de ser o que você é. Jamais experimentarei ao menos metade do poder que demandas. Posso sentir seu sangue dentro de mim, pulsando, gritando, alimentando minhas vísceras enquanto resido aqui, nesse mundo. É impossível negar a influência que sua carne persiste em deixar marcada no meu ser, é impossível viver, existir sem saber que sou consequência dos seus atos.
Por tudo isso, pai, reconheço que eu nunca serei alguém como você. Nunca terei orgulho de mim mesmo, porque a verdade é evidente, não tenho capacidade de chagar ao nível que você chegou.
Insisto então, em ser apenas eu, em existir sem persistir ser como você, e isso me conforta.... Me dá paz ter como certeza, materializada diante dos meus olhos que muitas vezes fraquejaram e tentaram se fechar, que eu jamais serei como você. Nunca conseguiria ser sua cópia, afinal, acredito que ninguém consiga. Não existe qualquer ser, ou criatura viva, que ousaria ser tao cretino, canalha, filho da puta, desgraçado, baixo e repugnante como você.
Tenho orgulho de dizer então, que eu tenho sim, algo herdado de você, algo ruim, mas que me serve de referencial pra me distanciar de toda e qualquer forma de semelhança que existir entre nós.
Seu querido filho, Caio.
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